Você já parou para se perguntar de onde vem o hábito de brindar? Bem, como em toda superstição no mundo, a polêmica que ronda as origens do brinde é grande e com as mais diversas teorias para explicá-la. Vamos lá?

Brindemos! Mas… por quê?

A mais aceita delas remonta às primaveras de Alexandre, o Grande, na Grécia Antiga. À época, entre muitas guerras, os acordos eram selados pelo forte choque entre dois cálices, de forma a ocorrer uma troca de gotas entre as bebidas. O gole logo depois simbolizaria a boa intenção de ambos os lados. E como o envenenamento era algo muito comum, trocar goles indicaria que o vinho servido tinha nada além de uvas e água em sua composição.

 

Já para Dionísio, o som repercutido do choque entre as taças torna completa a experiência sensorial da degustação, que até então evocava quatro dos cinco sentidos: tato (começando no próprio ato de segurar a taça), visão, olfato e paladar.

Mas por que falamos ‘Saúde’, afinal? Reza a lenda que, séculos atrás, este era um desejo sincero, mesmo. Pessoas desejavam boa sorte umas às outras antes das refeições porque as condições precárias de higiene poderiam comprometer a qualidade dos alimentos e, logo, a saúde. 

Hoje a gente não precisa mais se preocupar com todas essas formalidades e brinda só para celebrar as boas companhias e tornar mais divertido cada momento regado a bons vinhos. 

Gostou de entender melhor todas as histórias por trás do “tim tim”? Você costuma brindar antes de apreciar uns bons vinhos – ou alguma outra bebida? Conta aqui para gente! 😉